domingo, 16 de dezembro de 2012
Estar só...ou sentir-se só!
Engraçado o que está acontecendo comigo ultimamente, estou tão seletiva que estou me sentindo muito só. Não sei se o meu ostracismo é que está gerando esse afastamento das pessoas ou se elas realmente estão tão focadas nelas mesmas que não me percebem. Constantemente me vejo falando sozinha, pois estou chegando a conclusão de que eu sou minha melhor companhia. Não que isso seja de todo ruim, pois precisamos estar conosco mesmo de vez em quando. O que acontece é estou me sentindo muito só, sem um ombro amigo e isso é muito triste. As pessoas com quem convivo diariamente não dialogam comigo como eu gostaria. Às vezes tomamos decisões na vida pensando no coletivo e quem sai mais prejudicado somos nós. Deixei meus ideais profissionais para estar mais presente na família e o que eu tenho em troca é indiferença. Conviver com homens não é fácil. Sinto-me vigiada, criticada e deixada em segundo plano. É estranho esse sentimento de abandono. Talvez as pessoas pensem que não preciso de ninguém, talvez seja isso que estou transparecendo, mas não é verdade. Necessito das pessoas a minha volta.
domingo, 11 de novembro de 2012
Vida breve!
A vida passa e com as horas vividas vão-se sonhos não realizados, abraços não trocados, desejos não satisfeitos e sentimentos sufocados. Sentimos uma nostalgia à medida que o tempo escorre pelos nossos dedos. Somos frutos das nossas escolhas no percurso chamado existência. Nem sempre nos satisfazemos. Quase sempre nos arrependemos, mas é preciso seguir em frente. Não sabemos por quanto tempo teremos a oportunidade de estar aqui usufruindo deste mundo. A única certeza que temos é a de que a vida é finita e que não sabemos quanto tempo nos será concedido. No caminho vamos perdendo pessoas queridas, umas para sempre, outras por um tempo determinado. Pessoas vêm e vão como uma paisagem na janela de um trem em movimento. Perdemos a oportunidade de dizer o quanto as amamos e quando percebemos elas se foram sem saber do nosso sentimento ou nós as deixamos sem despedidas.
Portanto em todos os momentos dos nossos dias precisamos nos declarar às pessoas que amamos: nossa família e amigos. Dizer-lhes o quanto suas presenças em nossa vida deixa-a mais florida e mais bonita. Dizer-lhes o quanto acrescentam à nossa caminhada que poderia ser fria e solitária. Agradecer-lhes pela presença, pela cumplicidade e pelos momentos aconchegantes. Enfim, viver cada momento como se fosse o último, mas viver junto, trocando experiências e abraços, pois a vida não tem sentido se for vivida só.
Portanto em todos os momentos dos nossos dias precisamos nos declarar às pessoas que amamos: nossa família e amigos. Dizer-lhes o quanto suas presenças em nossa vida deixa-a mais florida e mais bonita. Dizer-lhes o quanto acrescentam à nossa caminhada que poderia ser fria e solitária. Agradecer-lhes pela presença, pela cumplicidade e pelos momentos aconchegantes. Enfim, viver cada momento como se fosse o último, mas viver junto, trocando experiências e abraços, pois a vida não tem sentido se for vivida só.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
"Morrer não é o fim, mas o início da eternidade!"
Hoje, dia de finados, é uma ocasião especial para se refletir sobre a vida. Para mim a morte ainda é difícil de ser aceita como natural, pois tenho dificuldades em lidar com perdas, principalmente de pessoas queridas.
Aprendi que depois da existência terrestre há um céu maravilhoso chamado de eternidade, mas quando penso nisso sinto um medo absurdo de morrer e de perder quem eu amo.
Vivamos o dia de hoje lembrando dos nossos entes queridos que já estão morando no céu com muita saudade, mas não com tristeza. E com a certeza de que um dia nos encontraremos além da vida.
Aprendi que depois da existência terrestre há um céu maravilhoso chamado de eternidade, mas quando penso nisso sinto um medo absurdo de morrer e de perder quem eu amo.
Vivamos o dia de hoje lembrando dos nossos entes queridos que já estão morando no céu com muita saudade, mas não com tristeza. E com a certeza de que um dia nos encontraremos além da vida.
domingo, 19 de agosto de 2012
FILHOS, FILHOS...
A cada dia sinto o quanto a minha vida se transformou a partir do momento em que decidi ser mãe. Nunca mais pude relaxar, fazer o que quero e na hora em que bem entendo. Sempre haverá alguém em quem pensar. Alguém que parece uma extensão de nós mesmos. Como se eu vivesse fora de mim. Jamais consegui dormir tranquila depois que eles nasceram. Quando bebês sugam toda a nossa energia, nos anulamos para cuidar deles. Quando jovens também sugam as nossas forças, quando exageram na bebida e saem dirigindo. Fico com o coração na mão. Dá dor no peito, taquicardia, perda do sono e um medo incontrolável de perdê-los. Sei que os criamos para o mundo. Sempre ouvi isso de pessoas mais experientes, mas mãe parece não acreditar nisso, filho será sempre filho. E a nossa vida se resume em amá-los e em querer vê-los bem e principalmente felizes.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
AMIGO ou COLEGA?
Ultimamente estou relacionando os meus supostos amigos e percebo que infelizmente poderia nomeá-los de colegas de caminhada, pelo menos a maior parte deles. Sim, pois amigo de verdade se importa, nos visita sem termos de implorar, percebe quando estamos precisando de colo e está sempre atento ao nosso viver. Amigo não faz julgamento, não coloca palavras na nossa boca, não se faz indiferente. Amigo não aje como se fôssemos fortes e autossuficientes, mas está sempre alerta, disposto a nos dar um abraço. Estou carente de amigos, pois penso que só cultivei colegas nesta minha vida.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
AMIGO!
Amigo...alguém que nos completa, mesmo sendo diferente de nós. Uma pessoa tão especial que faz toda a diferença em nossa existência. Alguém que aceita o nosso lado mais sombrio sem nos abandonar.
Tenho poucos, mas verdadeiros! Às vezes sinto-me desamparada, solitária, mas basta uma palavra, um simples "oi" daquela pessoa querida e tudo volta a ser colorido.
Obrigada Deus pelos amigos que colocaste no meu caminho, com eles a caminhada fica muito mais leve e florida!
Tenho poucos, mas verdadeiros! Às vezes sinto-me desamparada, solitária, mas basta uma palavra, um simples "oi" daquela pessoa querida e tudo volta a ser colorido.
Obrigada Deus pelos amigos que colocaste no meu caminho, com eles a caminhada fica muito mais leve e florida!
domingo, 24 de junho de 2012
Continuando as reflexões sobre grandes obras, retomo agora 1984, de George Orwell. Uma história assustadora de uma sociedade dominada por um partido que tem total controle sobre os cidadãos. Winston Smith é um humilde funcionário do partido e comete o atrevimento de se apaixonar por Julia, numa sociedade em que as emoções são ilegais. As pessoas são vigiadas o tempo todo, inclusive em suas casas, pela Grande Tela. Durante o dia, o Big Brother aparece na tela incitando palavras de ordem. As pessoas são controladas o tempo todo, não podem pensar por si próprias:"O Grande Irmão zela por ti." Winston trabalha no Ministério da Verdade e sua função é apagar a história e reescrevê-la de acordo com os princípios do partido.Julia é responsável pela máquina que escreve livros ruins e pornográficos que são distribuidos.
Orwell descreve uma sociedade corrompida pelo poder. Algo muito atual diga-se de passagem.
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